terça-feira, 13 de junho de 2017

POESIA VENENO DE COBRA

POESIA VENENO DE COBRA


VENENO DE COBRA
Era uma simples donzela
Frágil, carinhosa
Te via como espinho
Enquanto eu era a rosa.


Moça muito delicada
Que o via como ogro cruel
Em capaz de compreender meu amor
De me guiar até os céus.


Te rejeitei, fui insensata
O enxerguei com olhos de maldade
Quão tola fui eu
Esqueci que veneno de cobra tem utilidade.


Autora: Priscila Afonso